Em uma sociedade tão dinâmica como a atual, é fundamental saber gerir bem o tempo e as tarefas. Para quem precisa conciliar trabalho e estudos, por exemplo, existem recursos muito úteis, como os mapas mentais, que ajudam a otimizar as horas de estudo e a qualidade do aprendizado.

Por isso, vamos explicar, neste artigo, o que é essa técnica e como ela pode beneficiar o rendimento dos seus estudos. Também vamos mostrar algumas dicas para você utilizar os mapas mentais de maneira mais eficiente, construindo-os de acordo com as suas necessidades. Confira!

O que são mapas mentais?

Trata-se de uma técnica para registrar informações, a partir de um encadeamento não linear do conteúdo. O método se baseia na natureza do cérebro humano, que organiza e armazena as ideias estabelecendo uma rede de conexões e associações entre uma coisa e outra.

Portanto, os mapas mentais trazem os princípios da neurociência para as atividades do cotidiano. Com isso, eles ajudam a desenvolver ideias, melhoram a capacidade de assimilação de informações e aumentam a memorização dos conceitos aprendidos por muito mais tempo.

No âmbito dos estudos, a técnica dá mais eficiência ao aprendizado, visto que, ao elaborar um mapa, melhoramos a capacidade do cérebro de fazer associações e damos a ele espaço para se encarregar de outras tarefas, como:

  • organizar os conteúdos;

  • hierarquizar as informações;

  • aprimorar a percepção sobre os diversos aspectos de um assunto;

  • desenvolver um pensamento sistêmico;

  • melhorar a capacidade de síntese das ideias.

Assim, é possível otimizar seu tempo para estudar, além de obter maior controle sobre o processo de aprendizagem. Tudo isso contribui para o melhor desempenho e rendimento nos estudos.

Como usar os mapas mentais?

De modo análogo ao funcionamento do cérebro, para construir um mapa mental basta criar uma rede de conexões. Uma das formas mais utilizadas é escrever o tema principal do conteúdo no centro de uma folha e, a partir daí, criar diversas ramificações de forma conectada ao tópico que está no núcleo.

Veja algumas dicas que podem ajudar você a usar essa técnica de forma inteligente e eficaz!

Abuse das cores

Utilize um papel em branco, escreva o tema principal no centro do mapa e use muitas cores para criar as ramificações que saem do assunto central.

Considere, por exemplo, o tema história da filosofia medieval. Então, crie subtópicos coloridos para os respectivos ramos. Por exemplo: coloque o contexto histórico (Idade Média) em verde; os conceitos (fé, razão, verdade revelada) em vermelho; e as correntes filosóficas (Patrística, Escolástica) em amarelo.

As cores energizam a mente, aliviam o cansaço visual, melhoram a compreensão na leitura e ajudam a focar no que é mais importante.

Seja sucinto

O ideal é que o mapa seja objetivo e curto, com o mínimo de palavras possível. Portanto, elenque as palavras-chave principais que expliquem os conceitos de cada tópico. Esse é um excelente recurso para revisar a matéria rapidamente, mas com qualidade.

Além de palavras, siglas e abreviaturas, utilize símbolos, imagens, desenhos e ícones. Essa forma visual de organizar as informações facilita a absorção e a fixação do conteúdo.

Crie o seu mapa mental

A ilustração dos galhos saindo do tema central ou de uma rede de conceitos conectados não são a única forma de fazer um mapa mental. O essencial é que ele faça sentido para você e que atenda as suas necessidades e a sua forma de organizar o pensamento.

Portanto, explore outras maneiras de construí-lo. Você pode usar, por exemplo, fichas de estudo — que tratam de um tema mais específico e são mais curtas do que os mapas convencionais — ou pirâmides invertidas — que abordam o assunto do campo macro para o micro. O importante é criar as suas regras, de acordo com a sua forma de entender a matéria.

Como você viu, os mapas são bastante intuitivos, simples de usar e muito eficazes. Além de otimizar o seu tempo, eles contribuem para diminuir a ansiedade em relação à grande quantidade de matérias e estimula o aprendizado ativo por meio da reflexão, tornando o estudo mais produtivo.

Agora que já sabe construir os mapas mentais, veja estas dicas para escolher a faculdade certa e realizar o curso dos seus sonhos!